“…É seu próprio desejo ele ser que o impele a esclarecer, a fixar, que abre a possibilidade de descrever a experiência, de traçar a partir dela os fios sutis da hipótese, da ligeira deslocação que constrói o sentido, para redescobrir a singularidade das coisa evidentes(…)” SIZA, ÁLVARO. Imaginar a evidência, 1933 – São Paulo: Estação Liberdade, 2012.
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